Uma Prisão Apenas Para Indígenas

O Mundo entra no único penal do universo segregado pra nativos, que entram nele voluntariamente. Matias Valenzuela, indígena tepehuán e bibliotecário da prisão. Esteve antes aprisionado por homicídio e, sem demora, na violação de sua enteada. João Roberto, tepehuán assim como, no tempo em que lê tranquilamente no beliche de sua cela pela primeira vez em sua vida.

Antes de estar preso não sabia ler. José Loreto Roda, indígena raramuri. Está confinado por matar seu primo numa noite de bebedeira. Atirou diversas vezes o filho da irmã de sua mãe e o jogou no fogo.

Sorri ao mencionar sua história; o primo lhe ameaçava, diz, com uma arma de fogo. Ángel Hernández, indígena raramuri, que inclui: “Estou aprisionado por a lei mexicana, e não a minha”. Pros raramuri ter relações sexuais com crianças de 13 e quatrorze anos é normal.

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Os 4 depoimentos acima são de quatro presos da característico prisão estadual, Cereso número oito de Chihuahua, que foi qualificado de acessar O Mundo durante imensos dias. Encravada no meio da Serra Tarahumara ergue-se um renovado presídio que desde 1 de janeiro de 2015 tem uma característica única por todo o planeta: é uma prisão exclusivamente para indígenas.

O álcool, a pobreza e a mistura com os ‘chabochis’ (homens, brancos em raramuri) marcam a condenação de um povo perdido nestas frias montanhas. Nada se ouve, nem ao menos o ladrar dos cães nem chorar os homens, no momento em que cai a gélida noite.

Juan Martín González, diretor do penal. César Payán, cientista do Cereso. Matias Valenzuela, o bibliotecário, os anos em que esteve confinado na cadeia de Sinaloa ao lado de chabochis. Aquela surra que Matias não entendeu, como tantas coisas, é divisão desta lacuna entre os 2 mundos que habitam pela serra.

algumas vezes, em julgamentos, nem compreendem os crimes que praticaram. Maria Leonila Ramós, uma raramuri que trabalha de guarda no reclusorio e disponibiliza suporte e apoio de tradutora. Cristina Payán, a professora do Cereso. Essa é porção da briga social dessa zona onde convergem duas culturas. Os indígenas vivem ancestralmente nessa serra que é hoje uma área de narcotraficantes.