A Federação Estatal De Lésbicas

A Câmara Alta apoiou uma sessão em que onze peritos propostos pelos grupos parlamentares discutiram os prós e contras da adoção de gurias por casais do mesmo sexo. A maioria concordou que não há evidência empírica de que as meninas criadas em estas famílias apresentam diferenças em ligação aos filhos de casais heterossexuais.

A linha seguida, o professor salientou que “pro desenvolvimento psicoemocional é necessária a comparência de homem e mulher como figuras de pai e mãe, respectivamente”. Salientou que o que configura a identidade pessoal da criancinha é o modelo de família, que é o casal composto por um homem e uma mulher.

Ademais, Polaino conversou do perfil psicopatológico dos homossexuais, que, segundo alegou, foram educados por pais “hostis, alcoólicos, distantes” e por mães “sobreprotectoras”, além de tudo, com os filhos. O decano do Colégio de Psicólogos de Madrid, Fernando Rajoy, refutou de modo “taxativo” que a homossexualidade seja uma “psicopatologia”, contra a indicação de Polaino.

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O psicólogo e técnico de acolhimento familiar Anjo Bao, que foi aprovada a proposta de IU, garantiu que tecnicamente é inadmissível rejeitar a adoção pros casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Além do mais, explicou que, atualmente, “a homossexualidade não faz cota dos critérios de avaliação da idoneidade”. A proposta do PSOE compareceu o doutor em Medicina e especialista em psiquiatria infantil José Luis Pedreira, que assegurou que o maior risco pras moças é que sejam educados sem pais numa faculdade. Segundo destacou, 70% dos trabalhos científicos sobre isso esta questão têm sido financiados por organizações confessionais, que esperavam encontrar resultados contrários, pelo que, ao não hallarlos criticaram seus dificuldades metodológicos.

Na sua posição, “não se podes universalizar uma coisa que só responde a cerca de interesses pessoais ou de partido ou de lobbys” e “seria injusto” homologar os casais do mesmo sexo com o matrimônio. Martínez, que descreveu o seu respeito pela dignidade de todas as pessoas, lembrou também que a neurociência não encontrou o “famoso gene gay” que foi determinante para que a homossexualidade é irreversível. Na sua posição, o fator que melhor prediz o agradável desenvolvimento dos adotados é o pacto dos pais e o maior tempo e energia que dedicam a seus filhos.

A Federação Estatal de Lésbicas, Gays, Travestis e transexuais (FELGT) considera que os especialistas que propôs o PP pra esta sessão são “ex-alunos da homofobia”, conforme foi tornado público através de uma nota de imprensa. Em um primeiro instante, o PP “propôs como perito Henrique Vermelhas, contudo foi substituído nos últimos dias por Aquilino Polaino”. A mesma alegação é utilizada por FELGT no caso de Enrique Rojas, “psiquiatra e membro do Opus Dei”. De acordo com gays e lésbicas, Vermelhas opinião de que a homossexualidade é “um desajuste psicológico que poderá ser congénita ou adquirida, porém que tem solução.”

Quando foram inmensuráveis os co-herdeiros, ter prioridade o mais próximo (veja epíclera). O mesmo costume se casar pela família (oikos), essencialmente no caso das herdeiras, estava em atividade bem como em Esparta. Leônidas casou com a herdeira de Fontes?] I, como seu anchisteia, ou parente mais próximo, e Anaxándridas II, com a filha de sua irmã. Além do mais, se um pai não tinha calculado nada a respeito da filha, eram os tribunais os que decidiam quem devia ser o privilegiado, entre os membros de uma mesma família, pra se casar com a herdeira.

À semelhança da lei de Atenas relacionadas com as herdeiras também se encontra no código judeu, conforme referido nos Números (c . Mas a união dos casais, entre os antigos, ficou fora das regras da política. Isso deixava-se inteiramente ao cuidado e a prudência dos pais, ou de mulheres que fizeram disso uma profissão e eram chamadas promnestriai ou promnestrides. A profissão, mas, não parece ter sido considerada muito honrosa ou ter amplo reputação, por ser muito aproximado à de um cafetão (proagogos).

Havia temporadas preferidas para a celebração de casamentos. Segundo alguns, os antigos gregos se casavam no inverno. Havia bem como, diz-se, várias superstições, que continham as cerimônias durante os períodos de lua cheia. Um mês especialmente dedicado aos casamentos era o de gamelion ou janeiro, que estava consagrado à deusa Hera. No universo grego velho de Atenas, as mulheres tinham diversos deveres em matéria de namoro e casamento. Uma filha não podia se casar, a não ser que um kyrios, que podia ser teu pai, um irmão de sangue, um avô ou um tutor fantástico, vai doar a aprovação. O kyrios devia divulgar que permitia à mulher casar-se.